Nossas Histórias

  • Viver Iemanjá: Como honrar a rainha do mar?

    Viver Iemanjá: Como honrar a rainha do mar?

    Fevereiro. Mês de Iemanjá. A Rainha das Águas Salgadas encontrava a Dona dos Raios e das Ventos. Cada um que entrava no terreiro, vinha carregado pelas chuvas de verão. Os sorrisos que cruzavam as conchas e pérolas que enfeitavam a porta eram atravessados por uma energia leve, serena. A Casa Axé das Águas era mar…

  • Play na macumba: do grupo de estudos ao chão do terreiro

    Play na macumba: do grupo de estudos ao chão do terreiro

    Sim. A minha estreia na Casa Axé das Águas foi digital — ainda sem casa, sem chão, sem gira, sem atabaque, mas já com muito riso e muito axé circulando. Aquele primeiro Play na Macumba foi leve, divertido, cheio de troca.

  • O tempo próprio da Casa Axé das Águas

    O tempo próprio da Casa Axé das Águas

    Fui atingido por uma temporalidade difusa. Própria da Casa Axé das Águas. Foi nesse instante que outra memória se abriu — como quem puxa um fio antigo e descobre que ele nunca esteve tão solto. Iemanjá já havia me atravessado antes. Muito antes da Casa Axé das Águas.

  • Entre a gira e eu

    Entre a gira e eu

    O ano era 2024. Outono. Prometi a mim mesma que chegaria à Casa Axé das Águas a tempo de entrar pra gira. “Mulambo é de macumba” tocava no fone, enquanto eu ia me reconectando com a energia que antecede a gira de umbanda, o frio na barriga, a ansiedade de chegar há tempo, mesmo indo…

  • Quando o chamado encontra morada

    Quando o chamado encontra morada

    O chamado da espiritualidade é sútil, uma inquietação, uma curiosidade, um sussurro. Foi em março daquele ano que atravessei, pela primeira vez, o portão da Casa Axé das Águas. Havia silêncio — não ausência de som, mas presença de respeito. O cheiro de incenso no ar, o clima misto de alegria e recolhimento. Antes mesmo…

  • Acredite no seu Axé pela primeira vez

    Acredite no seu Axé pela primeira vez

    Minha primeira vez na Casa Axé das Águas? Quando o portão se abriu, os números das senhas foram sendo distribuídos: vermelhos, amarelos e azuis. Prioridades, preferenciais e os demais. Entrei com olhos curiosos, absorvendo tudo com intensidade. Queria ver exatamente o que aconteceria em cada segundo. Me encaminhei pro fundo, de pé ao final da…

  • Palavras dos editores: memórias de afetos

    Palavras dos editores: memórias de afetos

    Cada autor que aqui aparece com sua história, com sua experiência, com seu conto tem uma visão do mundo, uma perspectiva, uma origem, um cruzo, uma ancestralidade. Essas são as histórias dos nossos afetos. Nenhum escrito aqui pretende ser regra, impor parâmetros ou determinar como se vive a macumba. Pelo contrário, exploramos o potencial de…

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